vai de um violeta queimado a um improvável rosa-antigo-quase-marrom.
lindo, lindo, lindo.
tem também a versão araucária.
R$ 45,00
vai de um violeta queimado a um improvável rosa-antigo-quase-marrom.
lindo, lindo, lindo.
tem também a versão araucária.
R$ 45,00
pensa num abraço gostoso.
esse cachecol tem a lã maciiiiiia, daquelas que nunca mais você quer tirar.
e a cor, minha gente?
é de arrebatar o coração.
tem também na versão ovelha negra.
R$ 50,00
se você ainda não viu, #ficaadica da wendy.
ela mostra no vídeo 25 maneiras de usar lenços e cachecóis.
uma mais bacana que a outra.
e que venha o frio! x)
o friozinho está pedindo desfile de cachecóis, mulherada charmosa.
muito em breve, novidades da nova coleção.
tradicionais, ousados, alegres, todos fofos.
:)
esse é pra virar uniforme, de tão mil-e-uma-utilidades.
outras cores: amarelo ouro, azul, capuccino, cinza mescla, preto mescla, rosa bebê e verde militar.
R$ 45,00
até o sol nascer amarelinho, queimando mansinho, cedinho, cedinho… (djavan)
curto muito este creme.
fininho e charmoso, pra enfeitar as manhãs frias.
da mesma lã, tem também o café puro.
R$ 40,00
gosto particularmente muito dessa cor.
pepsi twist total.
acontece que esta lã, especificamente, acabou.
mas se você quiser muito e insistir com carinho, a gente acha uma bem parecidinha.
R$ 40,00
combinando com algo básico, dá reggae.
a peça era filha única.
se quiser um parecido, fala com a gente.
fazemos qualquer negócio o que podemos.
R$ 45,00
crepúsculo é o instante em que o céu, próximo ao horizonte, toma uma cor gradiente entre o azul do dia e o escuro da noite.
e não há dúvidas: está na moda.
R$ 45,00
esperança, alegria, vida.
esse aqui é pra dias assim, parecidos com um fim de tarde no portão (stênio marcius).
pena que a lã era uma raridade, encontrada no interior de SP.
nunca mais conseguimos achar igual. :/
sorte da dona, que pagou R$ 40,00 e saiu com uma peça exclusiva e lindíssima.
O branco açúcar que adoçará meu café
Nesta manhã de Ipanema
Não foi produzido por mim
Nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
E afável ao paladar
Como beijo de moça, água
Na pele, flor
Que se dissolve na boca. Mas este açúcar
Não foi feito por mim.
Este açúcar veio
Da mercearia da esquina e
Tampouco o fez o Oliveira,
Dono da mercearia.
Este açúcar veio
De uma usina de açúcar em Pernambuco
Ou no Estado do Rio
E tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana
E veio dos canaviais extensos
Que não nascem por acaso
No regaço do vale.
Em lugares distantes,
Onde não há hospital,
Nem escola, homens que não sabem ler e morrem de fome
Aos 27 anos
Plantaram e colheram a cana
Que viraria açúcar.
Em usinas escuras, homens de vida amarga
E dura
Produziram este açúcar
Branco e puro
Com que adoço meu café esta manhã
Em Ipanema.
O Açúcar (Ferreira Gullar)
desculpem se foi inapropriado, ou se cortou o clima.
mas, pra mim, café lembra açúcar, que nem sempre é doce…
pra suavizar, tem o raio de sol.
R$ 40,00